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SAERGS segue com ações pelos direitos dos profissionais

No último mês, o SAERGS participou de diversas atividades de interesse da categoria e da sociedade sempre buscando reforçar a importância do trabalho do Arquiteto e Urbanista. Em 29 de maio, ocorreu encontro para definição da pauta de reivindicações e bases de pedidos do acordo coletivo com a CORSAN. O documento elaborado na ocasião foi remetido à Companhia e as negociações, que contam com a participação do Sindicato desde 2012, devem iniciar em breve. Os direitos dos profissionais também foram o tema principal da reunião realizada com os representantes do Sindicato dos Hospitais e Clínicas de Porto Alegre (SindiHospa) em 04 de junho. A convenção coletiva dos Arquitetos e Urbanistas empregados em hospitais e clínicas da capital esteve em debate na ocasião e voltará a ser discutido ainda neste mês. No mesmo dia, ocorreu um encontro do SAERGS com estudantes do DAFA – Diretório Acadêmico da Faculdade de Arquitetura da UFRGS. Na oportunidade, os acadêmicos puderam conhecer melhor quais os direitos trabalhistas dos profissionais e decidiu-se que serão realizados encontros para explicitar esse assunto para os que são, na maioria das vezes, os mais atingidos pelo não cumprimento da legislação trabalhista em vigor: jovens recém-formados. Também nessa data, a diretoria do SAERGS participou de um evento que reuniu as regionais da CUT/RS. No espaço concedido ao SAERGS, os representantes sindicais de todo o estado puderam conhecer e entender os objetivos e a importância de suas participações nas Conferências Municipais das Cidades. O Diretor 1ª Secretário Bruno César E. de Mello e o Arquiteto e Urbanista Eduardo Bimbi  explicaram  aos presentes que esses eventos são oportunidades de ampliação do debate acerca de lutas que também são do trabalhador como transporte público de qualidade, direito à moradia digna e oportunidades de lazer. E dando seguimento às ações de defesa da edificação modernista que abriga a Sociedade Amigos de Tramandaí, o SAERGS reuniu-se com a promotora Susana Cordero Spode. A conversa serviu para municiar tecnicamente as ações futuras da promotora de Tramandaí que vai acompanhar o caso. O Ministério Público já ajuizou uma ação civil pública para que o proprietário fosse impedido de seguir com as obras no prédio. A demolição foi embargada e o Instituto do Patrimônio Histórico do Estado foi convocado para emitir seu parecer técnico a respeito do valor cultural do bem.   Foto: Daiani Cerezer/CUT-RS