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O Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Estado da Bahia (Sinarq-BA), em conjunto com o Sindicato dos Engenheiros da Bahia (Senge-BA), Sindicato dos Fazendários do Município de Salvador (Sindifam), Sindicato dos Servidores da Prefeitura do Salvador (Sindseps) e Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado da Bahia (APLB), organizou um ato em defesa dos servidores públicos municipais aposentados nesta quinta-feira (22/9). A manifestação, que começou às 8h, em frente a Secretaria Municipal de Gestão (SEMGE) de Salvador (BA), reivindicou o direito de trabalhadores e trabalhadoras que há quase seis anos não obtém a concessão de aposentadoria. A prefeitura alega uma dúvida jurídica em relação aos parâmetros aplicáveis para a fixação de renda dos benefícios previdenciários, baseado em questões constitucionais e de um parecer do Supremo Tribunal Federal (STF).

O presidente do Sinarq-BA, Paolo Pellegrino, explica que o objetivo do ato conjunto foi chamar atenção para a urgência do processo, não apenas das autoridades, mas também da população. “Já tivemos algumas conversas com o município, mas até então, não houve nenhuma solução concreta apresentada. Temos mais de 2.000 servidores, com mais de 40 anos de trabalho, parados na fila. É imprescindível acelerar essa liberação”. Mesmo cumprindo os requisitos de tempo de serviço para se aposentar, os trabalhadores e as trabalhadoras, muitos em idade avançada, têm permanecido sem resposta por parte do poder público. Em nota nas redes sociais, o Sindifam afirma que “uma solução errada por parte da prefeitura pode provocar uma avalanche de processos judiciais que mais cedo ou mais tarde irão comprometer a capacidade de pagamento da previdência municipal”.

O impasse diz respeito a um grupo de servidores que ingressaram nos quadros sem aprovação em concurso público até a Constituição de 1988. Entretanto, o Conselho Municipal de Previdência do Servidor (COMPRES) já deliberou pelo direito à aposentadoria, porém com as ressalvas em relação ao cálculo do rendimento dos benefícios.

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Desenvolver materiais de marketing e manuais de design e debater uma diagramação mais sofisticada de imagem e texto são os objetivos do terceiro curso do projeto de Softwares Livres para Arquitetura e Engenharia (Solare), uma iniciativa da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) e do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio Grande do Sul (CAU/RS). Lançado nesta quarta-feira (21/9), os 36 vídeos, com duração de três a nove minutos, pretendem ensinar os profissionais a utilizarem o programa Scribus, de editoração. É possível acessar as aulas gratuitamente no canal do YouTube e no site do Solare.

Dois dos sete cursos que serão ministrados até o final de novembro pelo arquiteto e urbanista Allan Brito seguem disponíveis nas plataformas do projeto: GIMP, de edição de imagens, e Inkscape, de edição de vetores. Com atuação voltada à tecnologia aplicada em desenvolvimento de projetos em arquitetura, o profissional ainda deve abordar os softwares Blender, de modelagem 3D, e QCAD, de CAD 2D. Os programas de FreeCad, de CAD e BIM, e QGIS, de geoprocessamento, serão abordados pelos professores Yorik van Havre e Paula Lemos, respectivamente. O Fórum de Discussões do Solare segue em funcionamento para esclarecer dúvidas e receber sugestões em relação ao conteúdo.

Plataforma Solare
Site: https://solare.org.br/cursos/
Inscreva-se no Canal do YouTube: https://bit.ly/youtubesolarelivre
Fórum de Discussões: https://solare.org.br/forumsolare/

Confira o calendário completo de aulas:
19/8 – GIMP para arquitetura
2/9 – Inkscape para arquitetura
21/9 – Scribus para arquitetura
30/9 – Blender para arquitetura
14/10 – QCAD para desenho arquitetônico
28/10 – FreeCAD para BIM
18/11 – QGIS para planejamento territorial e ambiental

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A Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) se solidariza com a categoria dos enfermeiros após o Supremo Tribunal Federal (STF) suspender o piso nacional da enfermagem, um direito dos trabalhadores e das trabalhadoras brasileiras. A assessoria jurídica da FNA, a LBS Advogados, explica melhor a questão e a importância de valorizar a força de trabalho no setor da saúde.

Confira na íntegra:

Reunido em Sessão Virtual agendada entre os dias 9 e 16 de setembro de 2022, o Supremo Tribunal Federal formou maioria para referendar a medida cautelar deferida inicialmente pelo Min. Roberto Barroso, na Ação Direta de Inconstitucionalidade nº 7.222, ajuizada em agosto de 2022 pela Confederação Nacional de Saúde, Hospitais e Estabelecimentos e Serviços (CNSaúde), pela qual é questionada a constitucionalidade da Lei nº 14.434/2022.

A Lei instituiu o piso salarial nacional do enfermeiro, do técnico de enfermagem, do auxiliar de enfermagem e da parteira e foi fruto de iniciativa parlamentar, por meio do Projeto de Lei nº 2464.

Os principais pontos levantados pela CNSaúde na ação foram a possibilidade de impacto socioeconômico negativo e o vício de iniciativa da norma. Entretanto, dados de pesquisas realizadas pelo Grupo de Trabalho da Câmara dos Deputados e pelo Dieese revelaram que o valor do acréscimo instituído pela aplicação do piso representa apenas 2,02% da massa salarial anual das organizações contratantes, cerca de 2,7% do PIB da Saúde do país em 2020.

O Ministro Relator, Luís Roberto Barroso, votou pela manutenção da medida cautelar por ele concedida, no sentido de suspender os efeitos da Lei até que sejam esclarecidos os seus impactos sobre (i) a situação financeira de Estados e Município; (ii) a empregabilidade e a possibilidade de desencadeamento de demissões em massa; (iii) a qualidade dos serviços de saúde, tendo em vista o risco de fechamento de leitos e de redução nos quadros de enfermeiros e técnicos.

Referendo da Medida Cautelar
Por se tratar de uma decisão monocrática, a decisão do Relator foi submetida a referendo. Ou seja, dada a sua importância e impacto social, o Min. Roberto Barroso submeteu a sua decisão individual de suspensão dos efeitos da Lei nº 14.434/2022 aos demais Ministros que integram o STF. E, na tarde de hoje, formou-se maioria pela manutenção da sua decisão, pela suspensão do piso.

Até o momento, dos 11 Ministros que compõem o Supremo Tribunal Federal, 6 acompanharam o Relator, somando 7 votos. Quantidade suficiente para formar a maioria necessária para o referendo da medida cautelar concedida. Acompanharam o Min. Roberto Barroso os Ministros Ricardo Lewandowski, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Luiz Fux e a Ministra Cármen Lúcia. Até agora, dele divergiram os Ministros André Mendonça, Nunes Marques e Edson Fachin.

De acordo com as regras do Plenário Virtual, os Ministros poderão alterar seus votos até o encerramento do prazo de votação. Há, também, a possibilidade da suspensão do julgamento, com a retirada de pauta por pedido de vista ou destaque, caso em que a apreciação do processo é remetida ao Pleno Tribunal, reunido em sessão presencial.

Efeitos da Medida
Com isso, a legislação terá seus efeitos suspensos até que seja julgado o mérito da ação, tornando inaplicável o piso nacional salarial para enfermeiros, auxiliares de enfermagem e parteira.

Em um momento histórico de crise sanitária de importância internacional causada pela Covid-19, ficou evidente a importância da organização da força de trabalho no setor da saúde.

O objetivo do legislador foi instituir políticas de valorização dos profissionais de saúde, que, durante a pandemia, tiveram que lidar com a precariedade do setor e o perigo da doença, de modo a garantir um patamar mínimo de dignidade aos profissionais.

A decisão do STF, agora, retarda a conquista da categoria, embora não seja um ponto final.

Brasília, 15 de setembro de 2022.

LBS Advogados

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As portas das universidades estão se abrindo e o projeto de fomento aos Softwares Livres para Arquitetura e Engenharia, o Solare, abre uma nova frente a partir deste mês de setembro. A Federação Nacional dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo (FeNEA) agora faz parte do grupo de entidades envolvidas na expansão e disseminação dos cursos trazendo a ideia de monitoria para dentro do projeto.

De acordo com um dos diretores-gerais da FeNEA Luccas Brito, a ideia é “desenvolver uma sistemática para o Solare que permita, não apenas os estudantes acompanharem os cursos, mas que eles possam se capacitar e participar de um programa de troca de conhecimento com outros alunos e profissionais”. Muito comum nas disciplinas mais práticas do curso de arquitetura, Brito afirma que a existência de monitores, e o contato dos mesmos com os centros acadêmicos e os escritórios-modelo nas universidades, podem ser a porta de entrada para a expansão dos softwares livres.

O secretário de Organização e Formação Sindical da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) e coordenador do Solare, Danilo Matoso, explica que os estudantes serão treinados e acompanhados pelos professores do Solare, pela FNA e pela FeNEA. “Precisamos plantar essa semente no ambiente acadêmico para que ela reflita no mercado profissional do futuro. Mostrar aos estudantes a funcionalidade dos programas e a importância de uma rede colaborativa é também um dos primeiros passos para democratizar o acesso às ferramentas de trabalho, para mudar a maneira de trabalhar dos profissionais”. A ação visa ainda reforçar a toda a comunidade acadêmica que os softwares de código aberto são também uma frente de pesquisa e desenvolvimento tecnológico. O plano de credenciamento dos interessados deve ser aberto durante o 46º Encontro Nacional de Sindicatos de Arquitetos e Urbanistas (ENSA) da FNA, que acontece de 24 a 27 de novembro, em Brasília (DF).

A expectativa ainda é levar essa parceria adiante, através de oficinas locais e uma participação do Solare durante o Encontro Nacional de Estudantes de Arquitetura e Urbanismo (Enea), em março de 2023. O projeto é uma iniciativa da FNA, que hoje já vem promovendo cursos online a partir de uma parceria com o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio Grande do Sul (CAU/RS). É possível acompanhar os cursos e novidades através do site solare.org.br e do canal do YouTube.

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O projeto IAB/Urban 95 que é fruto de uma cooperação técnica entre a Fundação holandesa Bernard van Leer e o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB) terá sua segunda etapa com ações realizadas até 2024 nas cidades de Aracaju (SE), Sobral (CE) e Teresina (PI). O objetivo é assessorar os municípios na elaboração de políticas públicas e executar projetos de intervenção físico territorial voltadas ao bem-estar e qualidade de vida das crianças de 0 a 6 anos, facilitando o desenvolvimento de Bairros Amigáveis à Primeira Infância (BAPI).

Para isso, a rede de colaboradores do IAB presta Assistência Técnica em Arquitetura e Urbanismo e desenvolve ações para apoiar os municípios na elaboração de diagnósticos locais sobre a experiência e o acesso do público infantil e seus cuidadores aos espaços urbanos, disponibilizando dados para embasar a construção de políticas públicas mais assertivas. Também está na pauta a capacitação de gestores públicos e técnicos, que recebem apoio para desenvolverem soluções que contribuem para o desenvolvimento integral das crianças a partir da experiência das cidades, identificando e atuando nos territórios onde os bebês e suas famílias estão, em especial aqueles mais vulneráveis.

“É preciso uma cidade inteira para educar uma criança. Uma cidade boa para as crianças será boa para todas as pessoas”, destaca Maria Elisa Baptista, presidente do IAB. Ela acredita que as intervenções propostas pelo projeto IAB/Urban 95 promovem uma mudança de comportamento e um olhar mais gentil, ao ampliar os encontros e a vida coletiva. Melhoram o acesso e o uso dos serviços de que crianças, pais e cuidadores precisam, reduzindo ainda o estresse e despertando a curiosidade e a alegria.

Seleção das cidades
A seleção das cidades participantes na segunda etapa ocorreu a partir da indicação da Fundação Bernard van Leer, que já possui outras ações em curso nesses municípios. A parceria IAB/Urban95 começou em 2020 e contou inicialmente com a participação do município de Aracaju.

TERESINA
Na capital do Piauí a prefeitura do município entra no contexto de ajudar a fundamentar o projeto IAB/Urban 95 na cidade e disponibilizar ajuda no processo projetual através da Secretaria Municipal de Planejamento. A equipe ainda está contando com a metodologia elaborada pelo Laboratório Urbano de Paisagem (LUPA) da Universidade Federal do Piauí (UFPI). A coordenação local do projeto é da arquiteta e urbanista Ileana Ferraz.

ARACAJU
A ideia da segunda etapa é aplicar no território aracajuano algumas propostas presentes no “Caderno de Ferramentas: Soluções de Primeira Infância em espaços públicos e modos ativos de deslocamento em Aracaju”, buscando o engajamento da comunidade. Em 2020, a equipe técnica do IAB envolveu os profissionais do poder público no envolvimento com a agenda da Primeira Infância na cidade. O município contou com consultoria em diversas ações previstas no seu planejamento, oferecida pela Urban95, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Dentre as ações está o desenvolvimento de projetos de seis praças nos bairros Santa Maria e 17 de Março. O projeto executivo foi finalizado e entregue, para que a prefeitura concretize a implantação desses espaços pensados para a primeira infância. A coordenação local em Aracaju é da arquiteta e urbanista Flávia Saldanha.

SOBRAL
No município de Sobral, no Ceará, a equipe do IAB conta com apoio dos servidores da Secretaria de Urbanismo, Habitação e Meio Ambiente. A primeira ação foi realizada em 18 de Agosto, para conhecimento do bairro Sumaré, território prioritário onde estão sendo trabalhadas questões voltadas à primeira infância e intervenções urbanas. O roteiro da visita técnica incluiu praças, escolas, comércio e igreja do bairro Sumaré. A coordenação local do projeto é da arquiteta e urbanista Izabela Lima.

Sobre a Fundação Bernard Van Leer
A fundação privada holandesa busca desenvolver e compartilhar o conhecimento de experiências que funcionam no desenvolvimento da Primeira Infância. Ela fornece apoio financeiro e expertise para parceiros de governos, sociedade civil e privada para ajudar no teste e ampliação de serviços que efetivamente melhorem a vida de crianças pequenas e suas famílias. Nos últimos 50 anos, trabalhou em todas as regiões do mundo e firmou parcerias em mais de 25 países, levando a inovações na prestação de serviços e treinamento, amplamente adotados por governos e organizações sem fins lucrativos, sobre como incrementar a saúde, nutrição e educação de crianças pequenas.

A Urban95 é uma iniciativa global da Fundação Bernard van Leer e busca incluir a perspectiva de bebês, crianças pequenas e cuidadores no planejamento urbano, nas estratégias de mobilidade e nos programas e serviços oferecidos nas cidades. Por isso, considera a experiência de uma criança de três anos de idade que, em média, tem até 95cm de altura.

As intervenções estão organizadas em quatro eixos estruturantes. O primeiro é a tomada de decisões com base em dados, usados para melhorar a alocação de recursos e facilitar a coordenação entre os diferentes setores. O segundo eixo tem foco na transformação dos espaços físicos existentes em lugares onde as crianças pequenas brinquem sem perigo e explorem a natureza, e para que seus cuidadores se encontrem e descansem.

A mobilidade para as famílias é o terceiro eixo do projeto, para que cuidadores e crianças pequenas possam caminhar ou andar de bicicleta até serviços de saúde e creches, assim como a lugares onde seja possível brincar sem perigo, e a encontrar fontes de alimentação saudável. Já o quarto eixo tem foco na utilização de serviços, ou seja, visa apoiar programas e políticas que informem os pais e cuidadores sobre o desenvolvimento da primeira infância e compartilhem estratégias e boas práticas para o desenvolvimento infantil.

Foto: Fundação Bernard van Leer

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O Instituto Lula, em parceria com o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB/DN), promove o Concurso Nacional de Ideias Outros Futuros são Possíveis: “Territórios e Cidades Democráticas”. O edital premiará cinco projetos, planos, ensaios e estudos propositivos representativos acerca do tema e que promovam soluções para conflitos sociais, inovação em soluções de habitação social e a conversação e valorização do patrimônio cultural. Cada vencedores receberá R$ 2,5 mil para aplicar suas ideias. As inscrições vão até o dia 14 de outubro e devem ser realizadas através deste formulário. A iniciativa ainda conta com o apoio da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), do BrCidades, da Federação Nacional dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo (FeNEA) e da Federação Nacional de Estudantes de Direito (Fened).

De acordo com o edital, a ideia do concurso partiu das transformações em curso nas sociedades urbano industriais que têm gerado impactos significativos no modo de vida das cidades. “Sejam pequenas, médias, grandes cidades ou regiões metropolitanas, a distribuição dos serviços públicos, a valorização dos espaços, os deslocamentos são questões que interferem na vida e nas escolhas sociais dos indivíduos. Não é mais possível pensar nas cidades ou na moradia desconectadas de aspectos ambientais, étnicos, gênero, trabalho, mobilidade, o acesso à terra, e aos serviços públicos fundamentais à vida”. O objetivo é, através dos novos desafios que surgem diariamente, pensar os mesmos como oportunidades para novos horizontes.

Confira o edital completo aqui
Formulário de inscrição

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O Colegiado de Entidades de Arquitetura e Urbanismo (CEAU) lançou, nesta terça-feira (13/09), um abaixo-assinado em apoio ao manifesto “O Brasil precisa de Mais Arquitetura e Urbanismo”. Organizado em formato de Carta Aberta às Candidatas e aos Candidatos nas Eleições de 2022, o documento foi apresentado pelo Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU Brasil) aos profissionais em ato público ainda no mês de maio de 2022. É possível assinar em https://chng.it/hqSBWBBZ.

O manifesto destaca a decrescente qualidade de vida dos municípios brasileiros, o descaso com paisagens, preservação, desigualdade sociais históricas e as precárias condições de moradia da população de baixa renda. O abaixo-assinado, que se destina a todos os cidadãos e cidadãs brasileiras, pede aos candidatos e candidatas que exerçam mandatos voltados ao direito à cidade, enquanto justiça social, à moradia digna, enquanto questão de saúde pública, ao planejamento urbano integrado, pela qualidade de vida, e a solução para habitação, espaços e cidades com a participação de profissionais de arquitetura e urbanismo.

É possível conferir o documento completo pela defesa de cidades justas, políticas públicas e maior participação democrática da população aqui.

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O episódio 32 do FNACast já está no ar e traz todas as informações sobre o Encontro Regional de Sindicatos de Arquitetos e Urbanistas (ERSA) Nordeste, realizado nos dias 26 e 27 de agosto, em Recife (PE). O podcast conversou com a presidente da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), Eleonora Mascia, com o arquiteto e urbanista e professor do projeto de Softwares Livres para Arquitetura e Engenharia (Solare), Allan Brito e com a arquiteta e urbanista e uma das responsáveis pela Cartilha T.A.B.A., Taiane Beduschi.

O episódio conta como foram as mesas de debate sobre o mercado de trabalho e a busca de uma profissão mais digna com representantes do Sindicato de Arquitetos de Pernambuco (SAEPE), Rio Grande do Norte (Sinarq-RN) e Bahia (Sinarq-BA), além da primeira aula presencial do Solare e a continuação das Oficinas T.A.B.A. nos ERSAs.

Escute no Spotify ou no Soundcloud!

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O Laboratório de Estudos Urbanos (LEUrb) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) lança, no dia 12 de setembro, um acervo de depoimentos com o arquiteto e urbanista e professor Rogério Malinsky. O encontro acontece às 19h, no auditório da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (rua Sarmento Leite, 320 – Centro Histórico – Porto Alegre/RS). Com mais de 30h de comentários, divididos em 25 episódios, o profissional relata sua trajetória acadêmico-profissional, a observação direta de referências internacionais do desenho do espaço aberto, a participação em projetos urbanos e paisagísticos, a integração com equipes multidisciplinares e a busca permanente pelo conhecimento. Todo material ficará disponível no canal do YouTube do LEUrb.

Malinksy se formou em arquitetura e urbanismo em 1967 pela UFRGS, é pós-graduado em Planejamento Urbano e Habitação na Universidade de Edinburgh, na Escócia. Trabalhou em Lazer e Turismo na SCET-International, em Paris, e no Centro de Estudo de Turismo da Universidade D’Aix-Marseille, na França. Possui mestrado no programa de Pós-Graduação em Planejamento Urbano e Regional (PROPUR), da UFRGS, onde atuou como professor de 1980 a 2009. Foi responsável pelos projetos urbanos do Parque Marinha do Brasil, do Porto Seco – Terminal de Cargas, em Porto Alegre (RS), e do Polo Petroquímico, em Triunfo (RS).

Confira os episódios completos:
1. Entre a Arte e a Arquitetura
2. A Experiência de Edimburgo
3. Estágio na S.C.E.T. Internacional (Paris)
4. Estágio no C.E.T. (Aix-Marseille)
5. O projeto do Pólo Petroquímico de Triunfo (RS)
6. Sistemas de Espaços Abertos
7. O Caminho dos Parques
8. Gênese e Evolução do Parque Urbano
9. O Claustro e a Vertente Francesa do Paisagismo
10. Os Jardins do Renascimento
11. Praças Italianas – Ep. 1
12. Praças Italianas – Ep. 2
13. Praças Italianas – Ep. 3
14. Os Jardins do Barroco Francês – Ep. 1: Vaux-le-Vicomte
15. Os Jardins do Barroco Francês – Ep. 2: Versalhes
16. O Jardim Informal na França
17. A Vertente Inglesa do Paisagismo – Ep. 1
18. A Vertente Inglesa do Paisagismo – Ep. 2
19. A Vertente Inglesa do Paisagismo – Ep. 3
20. Law Olmsted e o Central Park
21. Parques Urbanos Brasileiros
22. Parque Marinha do Brasil – Ep. 1
23. Parque Marinha do Brasil – Ep. 2
24. Passeio na Bibliografia
25. O “Fogo Sagrado”

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Nesta quarta-feira (07/09) as ruas de todo o país serão tomadas pelo 28º Grito dos Excluídos e das Excluídas. Com o lema “Brasil, 200 anos de (In)dependência. Para quem?”, a marcha vai reunir movimentos populares, grupos da sociedade civil e ordens religiosas contra as mais variadas formas de exclusão e luta daqueles que foram invisibilizados no processo de construção nacional. Os atos, que acontecem ao longo do dia nas capitais e cidades do interior, também pretendem denunciar as negligências do governo Bolsonaro (PL), no que diz respeito a fome e o desemprego, e contrariar a narrativa dos desfiles cívicos-militares.

O Grito dos Excluídos existe desde 1995 com o objetivo de fazer o dia 7 de setembro uma data representativa da trajetória de homens e mulheres que participaram ativamente na construção de um Brasil mais justo e igualitário. A luta contra a fome é uma das centralidades de debate do movimento, que hoje, após 28 anos, vai marchar sob um Brasil que retornou ao Mapa da Fome ainda em 2021. O direito à alimentação digna, regular e de qualidade também estampa a edição de 2022. De acordo com o relatório da ONU sobre a Situação da Segurança Alimentar e Nutricional no Mundo, o número de brasileiros e brasileiras que não sabem quando vão fazer a próxima refeição está acima da média mundial.

É possível acompanhar os locais onde haverão os atos no instagram do Grito dos Excluídos.

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