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Discutir as ações para 2023 e fortalecer o relacionamento entre as entidades foram os temas das reuniões entre a Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), o Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU Brasil) e o Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-DN) nesta semana. O primeiro encontro, realizado na terça-feira (24/1), reuniu a presidente da FNA, Andréa dos Santos, a Conselheira Consultiva da Federação Eleonora Mascia e a presidente do CAU Brasil, Nadia Somekh. O segundo encontro, que ocorreu na quarta-feira (25/1), contou com a participação de Andréa e da presidente do IAB, Maria Elisa Baptista. Ambas as reuniões foram realizadas Brasília (DF) como uma das primeiras ações da nova diretoria pelo fortalecimento e valorização profissional.

“Vamos continuar o trabalho conjunto entre as entidades para garantir os direitos e as melhores condições de trabalho aos arquitetos e às arquitetas. Tivemos resultados importantes dessas parcerias, como o projeto do Microempreendedor Profissional, o MEP, e entre tantas outras ações pela Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social”, explica Andréa. A ideia é seguir fortalecendo as bandeiras de luta, os debates pela arquitetura popular e as ações conjuntas pelo acesso à moradia da população.

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Com o objetivo de ampliar as parcerias entre as entidades e instituições representantes da categoria, a Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) e o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio Grande do Sul (CAU/RS) realizaram uma reunião nesta segunda-feira (16/1). O encontro, que ocorreu na sede do CAU/RS, em Porto Alegre (RS), abordou estratégias de fomento e desenvolvimento de projetos voltados para o fortalecimento profissional, entre eles, os Softwares Livres para Arquitetura e Engenharia (Solare). De acordo com a presidente da FNA, Andréa dos Santos, uma das metas para este ano é “agregar outras entidades à agenda institucional do Solare, que luta por um acesso mais igualitário ao mercado de trabalho, principalmente dos jovens arquitetos, e de fortalecer iniciativas que ampliem os campos de atuação dos profissionais”.

A reunião ainda contou com a participação do presidente do CAU/RS, Tiago Holzmann, do chefe de gabinete do Conselho, Paulo Henrique Soares, da Secretária de Finanças, Fernanda Lanzarin, e do Conselheiro Consultivo da Federação, Cicero Alvarez. “Estamos animados com o novo período para ampliar as colaborações dentro do nosso programa de softwares livres, uma iniciativa conjunta do CAU/RS e da FNA, que tem crescido e virado interesse dos demais Conselhos de Arquitetura. Esperamos ainda desenvolver, juntos, trabalhos voltados para Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social (Athis), comunicação, editais de parcerias e eventos”, declarou Holzmann.

O Solare já disponibilizou, em seu canal do Youtube, mais de 270 vídeo-aulas sobre os softwares FreeCAD, de CAD e BIM; QCAD, de CAD 2D; Blender, de modelagem 3D e BIM; QGIS, de geoprocessamento; Gimp, de edição de imagens; Inkscape, de edição vetorial; e Scribus, de diagramação. Na plataforma oficial do projeto também é possível encontrar artigos sobre os programas de código aberto e uma biblioteca com 35 elementos 2D e 3D desenvolvida em parceria com o CAU/RJ. A iniciativa é coordenada pelo arquiteto e urbanista e membro do Conselho Fiscal da FNA Danilo Matoso. Acompanhe todo o material e maiores atualizações em solare.org.br.

Foto: CAU/RS

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“A brutalidade dos ataques na Praça dos Três Poderes é consequência de uma mentalidade autoritária que busca destruir nossa democracia e destruir o patrimônio cultural que nos caracteriza como nação”. Assim, o analista legislativo e arquiteto da Câmara dos Deputados e suplente do Conselho Fiscal da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA), Danilo Matoso, avalia as ações terroristas ocorridas no último dia 8 de janeiro, em Brasília (DF). O ataque orquestrado ao Congresso Nacional, ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Palácio do Planalto causou diversos danos às edificações, às obras de arte integradas e aos móveis de valor histórico e artístico inestimáveis.

A Praça não é apenas o centro das decisões políticas do Brasil, mas também peça central no conjunto urbano da Capital Federal, projetado por Lucio Costa, em 1957, e listado pela Unesco como Patrimônio da Humanidade em 1987. De acordo com Matoso, o edifício mais afetado foi a sede do STF, que devido ao menor tamanho, teve os três pavimentos de sua torre principal completamente destruídos. “Esses atos são a culminação de uma política de ataque ao conjunto de nossa democracia, em geral, e às políticas culturais, em especial. E pensando em resistir ao desmonte do patrimônio cultural, a FNA participou da criação do Fórum de Entidades em Defesa do Patrimônio Cultural Brasileiro e vem contribuindo até hoje para o debate em torno da sua reconstrução”, relembra. Criado em outubro de 2019, a entidade tem sido centro de articulação de mais de 25 instituições relacionadas à pauta, se manifestando sobretudo contra a nomeação sem formação e experiência para cargos essenciais na preservação dos bens materiais e imateriais do país.

A presença de profissionais preparados se reflete na opinião de Juliano Loureiro de Carvalho, também analista legislativo e arquiteto na Secretaria de Infraestrutura do Senado Federal. Carvalho assinala que no longo trajeto de reparação, é de extrema importância a participação dos arquitetos e urbanistas ao lado da equipe técnica do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), entidade que sofreu desmontes e severos cortes de recursos durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). “Somos a categoria capaz de ver, de forma ampla e integrada, as questões de urbanização, infraestrutura e funcionalidade. Nesse processo de restauração, é possível que haja aumento nos níveis de segurança, sempre respeitando as características fundamentais e tombadas dos edifícios. Afinal de contas, eles têm essa configuração há 60 anos e só foram invadidos agora. Isto indica que quando a polícia age adequadamente, a arquitetura é suficientemente segura”.

Valorizar o patrimônio nacional é valorizar a sua própria casa
A arquiteta e urbanista, sócia do escritório Escaiola Arquitetura Rara e Conselheira Fiscal da FNA, Juliana Betemps, ressalta que as ações do dia 8 de janeiro refletem ainda a falta de identificação de determinados públicos com a identidade brasileira, acentuando pela pouca importância que a preservação do patrimônio do Brasil tem na agenda dos governos. “Os ataques aos Três Poderes tiveram um teor terrorista, indiscutivelmente. Entretanto, esse comportamento diz muito sobre como parte da população entende e enxerga os bens materiais e imateriais. Se valoriza muito pouco a importância da manutenção e do contato das pessoas com a trajetória histórica e a identidade brasileira”.

De acordo com o Jornal O Globo, há uma lista preliminar dos bens de valor cultural perdidos e danificados. Entre os itens perdidos, um relógio doado a Dom João VI pela corte de Luís XIV, no Planalto; um exemplar raro da Constituição Federal, réplica da edição original da Carta Magna, no STF; diversos presentes protocolares recebidos pelo Congresso Nacional e anteriormente expostos no Salão Verde da Câmara dos Deputados. As obras danificadas incluem a tela “As Mulatas” do artista Di Cavalcanti; a mesa de trabalho do ex-presidente Juscelino Kubitscheck, que foi usada como barricada pelos terroristas; a escultura “A Bailarina”; a escultura “A Justiça”, de Alfredo Ceschiatti, que foi pichada; a escultura “O flautista”, avaliada em R$ 250 mil, do artista plástico Bruno Giorgi; um tapete que, segundo informações do STF, pertenceu à Princesa Isabel.

Matoso ressalta, para além dos objetos artísticos, a gravidade dos danos causados aos edifícios e a necessidade de restaurá-los o quanto antes, “não apenas como uma demonstração da solidez de nossas instituições, mas também de seu caráter transparente, generoso e aberto ao povo”. Para o arquiteto, a recuperação desse patrimônio edificado em sua autenticidade original e histórica é também um “ato de resistência da nossa democracia”.

Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

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No dia 9 de fevereiro, a Associação Brasileira de Escritórios de Arquitetura de São Paulo (AsBEA-SP), com apoio de diversas entidades do setor, convida arquitetos, urbanistas e gestores públicos e incorporadores para debater o centro de São Paulo no “Seminário Acontecendo o Centro”, a ser realizado no auditório da Fecomercio, na capital paulista. O encontro acontecerá das 8h30 às 18h, com apresentações em quatro painéis e mesas-redondas com temas como “Experiências de capitais com planos implementados com ações de revitalização”; “AIU do Setor Central: a nova lei, suas regras e as propostas do PIU Central”; “Questões Sociais e de Segurança ligadas à ocupação dos espaços públicos do Centro” e “Requalifica Centro: a lei e sua regulamentação”. As vagas são limitadas e é possível realizar as inscrições através deste link. Associados dos sindicatos filiados à Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) tem 10% de desconto no valor do ingresso.

Diversas ações têm sido promovidas pelo poder público com vistas à recuperação da área central de São Paulo, sejam com foco nas edificações, buscando meios de incentivar o investimento privado na recuperação de imóveis subutilizados ou sem utilização, sejam com foco nas áreas públicas abertas, como as praças remanescentes de intervenções viárias que são objeto de um concurso público internacional. As respostas ainda são tímidas e necessitam de discussões mais amplas e com o envolvimento das instituições públicas e privadas, na busca de um caminho viável e sustentável que devolva aos paulistanos a identidade de sua cidade. Esta preocupação, na verdade, não é só de São Paulo, é de todas as grandes cidades do Estado e do país, o que só fortalece o interesse de todos na oportunidade de trazer ao debate o conhecimento de diversas especialidades e as perspectivas de toda a cadeia de produção envolvida.

“Nosso objetivo é debater e discutir regulamentações de forma a incentivar a revitalização da área central de São Paulo, questão de suma importância para quem atua no setor, parta quem trabalha com urbanismo e com desenvolvimento de projetos de qualidade, e com a criação de oportunidades de trabalhos para quem já atua no setor ou se interessa pelo assunto”, pontua Milene Abla Scala, Presidente da AsBEA-SP, associação organizadora do evento.

SERVIÇO
Seminário AsBEA-SP Acontecendo o Centro
Quando: 09/02/2023
Horário: 08h30 às 18h
Local: Fecomércio-SP
Endereço: Rua Doutor Plínio Barreto, 285 – Bela Vista, São Paulo | SP
Vagas Limitadas.

Patrocínio Ouro: STO
Patrocínio Diamante: BUGAL
Apoio: Fecomércio-SP / ABES SP / Abrainc / Abrasip / ABECE / ABCEM / ADIT Brasil / AFEAL  / AsBAI / ABRAVA / ABAP / Abcic / AREA / ABEA / Sinduscon SP / Abal / ABES / Associação Comercial de São Paulo / FNA / Arquitetas Empreendedoras / ABRAINC / ABRAMAT

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A capital do Amazonas, Manaus, receberá profissionais de arquitetura, urbanismo, ambientalistas, estudantes universitários e interessados em participar do seminário Projeto Amazônia 2040 – Arquitetura e Urbanismo para um futuro sustentável. O evento, preparatório para o UIA Copenhagen 2023, acontecerá no dia 8 de fevereiro, de 8h às 20h, no Palácio Rio Negro (Av. Sete de Setembro, 1546, Centro).

O seminário é uma iniciativa do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (CAU Brasil), por meio da Comissão Especial de Política Urbana e Ambiental (CPUA) e da Comissão Especial de Relações Institucionais (CRI), juntamente com os CAU UFs que estão em estados da Amazônia Legal Brasileira e com as demais entidades que compõe o CEAU.

“O mundo está nos perguntando o que estamos fazendo em relação à Amazônia. Este seminário é importante para fazermos um balanço daquilo que está sendo produzido como propostas para urbanizar a Amazônia com sustentabilidade. Este conteúdo será compartilhado no 28º Congresso Internacional de Arquitetos que a UIA promoverá em 2023 em Copenhage com o tema ‘Futuros sustentáveis – Não deixe ninguém para trás’. O Congresso se propõe a ser uma vitrine de ideias e soluções a partir da arquitetura e urbanismo para o futuro sustentável”, afirmou a presidente do CAU Brasil Nadia Somekh.

A programação do evento inclui mesa de abertura; debate sobre Amazônia, Território Brasileiro e Fronteiras; discussões sobre a realidade da Amazônia Legal Brasileira, mesa de debate sobre projetos dos CAU UF e lançamento do chamamento de boas práticas.

Em breve será divulgada a programação completa do evento que será gravado e posteriormente inserido no canal do YouTube do CAU Brasil.

O Projeto Amazônia
Com o objetivo de desenvolver a leitura das principais problemáticas existentes nos âmbitos da ocupação do território, da moradia e das questões ambientais na Amazônia Legal, verificando as possíveis atuações da arquitetura e urbanismo e com o intuito de captação de recursos que propiciem a assessoria técnica, a regularização fundiária e as necessárias capacitações na área de arquitetura e urbanismo, o Projeto está focado nos âmbitos da ocupação do território (planejamento do uso e ocupação e regularização fundiária), da edificação (tipologia, materiais e técnicas construtivas) e do meio ambiente (relações com o ambiente natural e saneamento).

CAU Brasil em Manaus
Além do seminário Projeto Amazônia 2040 – Arquitetura e Urbanismo para um futuro sustentável, o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil promoverá diversas atividades entre os dias 7 e 10 de fevereiro, em Manaus. Em breve mais detalhes com locais e programação completa sobre cada encontro. São eles:

07/02 – 124ª Reunião Ordinária do Conselho Diretor: 9h às 18h – CAU/AM
07/02 – Encontro Nacional de CPUAs: 9h às 15h – CAU/AM
07/02 – Reunião sobre UIA 2023: 15h às 18h – CAU/AM
08/02 – Seminário Projeto Amazônia 2040: Arquitetura e Urbanismo para um futuro sustentável: 8h30 às 18h – Palácio Rio Negro (Salão de eventos Solimões)
08/02 – Coquetel com apresentação regional: 18h às 20h – Palácio Rio Negro
08/02 – Reunião Ordinária CEAU/BR: 19h às 21h – Palácio Rio Negro (Salão Nobre)
09/02 – 133ª Plenária Ordinária CAU/BR: 09h às 18h – Palácio Rio Negro (Salão de eventos Solimões)
09/02 – Fórum de Presidentes dos CAU/UF – Palácio Rio Negro (Salão Nobre)
10/02 – 43ª Plenária Ampliada CAU/BR: 09h às 18h – Palácio Rio Negro (Salão de eventos Solimões)
11/02 – Visita Técnica: 8h às 15h – UFAM – Projeto de Severiano Mario Porto e Exposição NAMA

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Em defesa da democracia e em reação aos ataques fascistas deste domingo (8/1), em Brasília (DF), movimentos sociais convocam atos por todo o Brasil nesta segunda-feira (9/1). Depois da invasão e depredação do Palácio do Planalto, do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal, entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE), o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), o Povo Sem Medo e o Brasil Popular convocam a população às ruas para que não haja anistia aos golpistas que executaram e orquestraram os ataques.

Confira alguns locais onde haverá concentração.

SÃO PAULO: A convocação nacional será na Avenida Paulista, no vão livre do Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand (Masp). A manifestação ocorre a partir das 18h.

RIO DE JANEIRO: Também a partir das 18h, os atos se concentram na região da Cinelândia.

CUIABÁ: Conforme o MST, em Cuiabá, no Mato Grosso, o ato será na Praça Ulysses Guimarães, às 17hs.

SALVADOR: A União dos Estudantes da Bahia (UEB) informou que o ato em Salvador ocorrerá na Praça do Campo Grande, às 16h.

TERESINA: Na capital do Piauí, a União da Juventude Comunista (UJC) e o Movimento por uma Universidade Popular (MUP) organizam ato no cruzamento das Avenidas Frei Serafim e Miguel Rosa, às 17h.

VITÓRIA: Em Vitória, no Espírito Santo, de acordo com o MST, a mobilização está prevista no Teatro da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), às 16h.

SÃO LUÍS: Em São Luís, no Maranhão, a convocação é para a Praça Deodoro, às 17h30.

PORTO ALEGRE: O movimento ocorre na Esquina Democrática, em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, às18h.

GOIÂNIA: Em Goiânia, no Estado de Goiás, a reunião de manifestantes será na Praça Universitária, às 18h.

MANAUS: Em Manaus, no Amazonas, o ato está previsto para ocorrer no Centro de Convivência (CDC) da Universidade Federal de Manaus (Ufam), às 16h.

NATAL: Em Natal, no Rio Grande do Norte, a concentração toma lugar no Midway Mall, às 17h.

MACAPÁ: Na capital do Amapá, Macapá, manifestantes se reúnem na Praça Veiga Cabral, às 18h.

CAMPO GRANDE: Em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, o ato será na Praça do Rádio, às 17h.

RECIFE: Na capital pernambucana, Recife, manifestantes irão se concentrar na Praça do Derby, às 16h.

CURITIBA: Em Curitiba, no Paraná, o movimento toma forma na Praça Santos Andrade, às 18h.

PONTA GROSSA: No Paraná também há previsão de ato na cidade de Ponta Grossa, na Igreja dos Polacos, às 18h.

FLORIANÓPOLIS: Na capital catarinense, Florianópolis, os manifestantes preveem ato na Praça da Alfândega, às 18h.

BELO HORIZONTE: Na capital mineira, Belo Horizonte, há previsão de ato na Praça 7, às 18h.

POÇO DE CALDAS: Também em Minas Gerais, haverá atos em Poços de Caldas, no Coreto, às 18h.

UBERLÂNDIA: Em Uberlândia, as concentrações ocorrem na Praça Tubal Vilela, às 18h.

Com informações do Estadão.
Foto: Tânia Rego/Agência Brasil

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O Brasil sofreu, neste domingo (8/01), um ataque fascista e orquestrado a Brasília (DF) que resultou na ocupação e depredação de símbolos de sua estrutura tripartite de poder. Mais do que um ato contra o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Supremo Tribunal Federal (STF), prédios públicos que são símbolo da nação e têm valor histórico e arquitetônico inestimável, a depredação é uma ofensiva contra a República. O episódio, sem precedentes na história recente do Brasil, escancara a vertente fascista que liderou o país nos últimos quatro anos e segue assombrando-o em um movimento financiado por lideranças que usaram – e querem seguir usando – o poder para interesses de grupos específicos.  

A Federação Nacional do Arquitetos e Urbanistas  (FNA) e seus sindicatos filiados manifestam repúdio aos atos ocorridos neste domingo e exigem punição a todos os envolvidos, sejam eles participantes, financiadores ou agentes públicos que prevaricaram em suas responsabilidades.

A FNA entende que manifestações populares e motivadas por pautas fundamentadas nos direitos humanos fazem parte do estado democrático. Contudo, movimentos autoritários e ataques violentos como os vividos na Capital Federal são sinônimo de uma ofensiva fascista contra todos os cidadãos brasileiros. 

Fundadora da CUT, a FNA está ao lado dos eleitores, trabalhadores, movimentos sociais e do governo federal na luta pelo estabelecimento de um país democrático e voltado ao interesse do povo. Uma gestão que seja focada em cidades inclusivas, cujos espaços públicos sejam direito de todos, mas também respeitados por todos.

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

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Trabalhar pelas camadas de média e baixa renda da sociedade brasileira, transformar a qualidade de vida através do projeto e fomentar a expansão da atuação do arquiteto em todos os sentidos. Com esse objetivo, a Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) e o Portal ArqPop abrem inscrições para a divulgação de projetos voltados às demandas populares. Profissionais interessados em divulgar seus trabalhos podem se inscrever através do formulário https://forms.gle/6vsSAsMVfH16BTD46. As iniciativas serão analisadas pela equipe do portal e compartilhadas no site e nas redes sociais. 

O secretário de Organização e Formação Sindical da FNA e coordenador do ArqPop, Danilo Matoso, explica que o objetivo é criar uma rede de contato entre a população e os profissionais que dedicam sua carreira à arquitetura popular. “Um de nossos objetivos é mapear essas no Brasil. Por isso, convidamos todos a apresentarem seus trabalhos, recentes ou mais antigos, para que possamos criar esse cruzamento de dados, não só entre a nossa categoria, mas também com os movimentos sociais e com os cidadãos para que saibam onde procurar por arquitetos”, explica.

O projeto é uma parceria entre a Federação e o escritório AH! Arquitetura Humana, de Porto Alegre (RS). Uma das responsáveis pela iniciativa, a arquiteta e urbanista Karla Moroso, afirma que o portal é uma base para “impulsionar a atuação dos arquitetos e mostrar que a Athis é uma saída para o mercado de trabalho. 90% da população brasileira tem renda de até três salários mínimos, precisamos popular a arquitetura para esta parcela e mostrar que nossa categoria também trabalha para eles, arquiteto não é luxo. Nossa atuação é essencial na saúde das moradias, das cidades e da qualidade de vida”, afirma. Qualquer dúvida ou maiores esclarecimentos podem ser encaminhados para o e-mail contato@arqpop.org.br ou para o Whatsapp (51) 99332-3235. Acompanhe todo o conteúdo em arqpop.org.br e pelas redes sociais Instagram, Facebook e Linkedin da iniciativa.

Serviço
ArqPop – Popularizar a Arquitetura
Site: https://arqpop.org.br/
Instagram: https://www.instagram.com/portal_arqpop/
Facebook: https://www.facebook.com/portalarqpop
Linkedin: https://www.linkedin.com/in/portal-arqpop-62aa32249/
Formulário de Inscrição dos Trabalhos: https://forms.gle/6vsSAsMVfH16BTD46

 

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Com a presença de sua Conselheira Consultiva e de seu Conselheiro Fiscal Suplente, Eleonora Mascia e Danilo Matoso, a Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) participou da posse no Ministério das Cidades nesta terça-feira (3/1). O evento aconteceu às 17h, no auditório do edifício Celso Furtado, em Brasília (DF). O novo ministro, Jader Barbalho Filho (MDB-PA), terá como desafios, já definidos, a retomada do Minha Casa Minha Vida, a implementação de políticas públicas voltadas para o saneamento, a criação de programas de moradia em áreas centrais, a urbanização das favelas brasileiras e as melhorias habitacionais através da Assistência Técnica para Habitação de Interesse Social (Athis). Ainda acompanharam a solenidade o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), a União Nacional por Moradia Popular (UNMP), a Confederação Nacional das Associações de Moradores (CONAM) e o Movimento Nacional de Luta pela Moradia (MNLM).

A pasta sofreu cortes nos últimos quatro anos e atualmente conta com 80 mil obras paralisadas. Foi recriada no governo Lula e terá o segundo maior orçamento federal, previsto em R$ 9,5 bilhões. Para a presidente da FNA, Andréa dos Santos, a cobrança popular para que as ações sejam cumpridas será intensa. “Vivemos anos muito difíceis durante a pandemia, deixando escancarada a necessidade de moradia digna para a população brasileira. Enquanto entidades e profissionais, que trabalham pelo direito à cidade e pelo direito à habitação, acompanharemos de perto a retomada, a criação dos programas e a presença dos arquitetos e das arquitetas no desenvolvimento da Assistência Técnica”. A ideia do governo federal é redirecionar as ações para as famílias mais pobres, com renda inferior a R$ 2.400,00, criar a Secretaria Nacional das Periferias Urbanas e retomar a Conferência e o Conselho das Cidades.

Foto: Eleonora Mascia

Eleonora e Matoso ainda estiveram presentes na posse no Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, que será comandado por Paulo Teixeira (PT-SP). Na ocasião, o novo ministro destacou o seu compromisso com o combate à fome e à insegurança alimentar. Movimentos como os dos Trabalhadores Rurais Sem Teto (MST), dos Atingidos por Barragens (MAB) e a Coordenação Nacional de Articulação de Quilombos (CONAQ) também acompanharam a solenidade. O objetivo da pasta é atuar lado a lado com as entidades pelo direito à terra, na discussão pela Reforma Agrária e na valorização da agricultura familiar.

Foto: Luciani Renault

Andréa também destaca que, apesar de distintos, os Ministérios possuem temas em comum e o trabalho pode ser desenvolvido em parceria. “A Athis nas habitações rurais é uma pauta de ambas as pastas, principalmente para a segurança e conforto dos pequenos agricultores e trabalhadores rurais. Nos últimos anos, a FNA criou boas relações com o deputado Teixeira, agora ministro, e esperamos que seja possível expandir a atuação e as nossas bandeiras para ainda mais longe. Precisamos e vamos trabalhar junto aos espaços de poder”.

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Anunciado oficialmente durante o 46º Encontro Nacional de Sindicatos de Arquitetos e Urbanistas (ENSA), o portal ArqPop deu início aos seus trabalhos nesta quarta-feira (21/12). A nova plataforma sobre arquitetura popular da Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) vai divulgar trabalhos de profissionais brasileiros, desenvolvidos de maneira solo ou coletiva, voltados para o atendimento das mais diferentes demandas da sociedade. 

O Conselheiro Fiscal Suplente da FNA e coordenador da ideia, Danilo Matoso, explica que apenas 10% da população contrata arquitetos e urbanistas. No entanto, segundo ele, o número de profissionais praticamente triplicou na última década. “Desenvolver o ArqPop é uma tentativa de expandir a atuação da nossa categoria para além dos formatos tradicionais e das camadas sociais usualmente atendidas. Temos muitos arquitetos e uma sociedade que precisa de arquitetura, essa conta precisa bater. Mas, para isso, precisamos redirecionar o nosso trabalho”. O projeto é uma parceria com o escritório AH! Arquitetura Humana, coordenado pelas arquitetas e urbanistas Karla Moroso e Taiane Beduschi. 

Diariamente, serão postados artigos, matérias e trabalhos de profissionais que atuam junto à população de média e baixa renda, hoje, responsável por cerca de três quartos das cidades brasileiras. “Vamos trabalhar com seis publicações diárias no portal, sejam de notícias, sejam de apresentação dos projetos. Em cada uma delas abordaremos o processo desenvolvido pelos arquitetos e arquitetas responsáveis e o antes e depois das reformas. Como o objetivo é dar visibilidade aos profissionais e aos movimentos sociais envolvidos, vamos disponibilizar as redes sociais e contato de cada um deles, além do ano e localização onde o trabalho foi realizado”, afirma Taiane. É possível acessar todo o conteúdo através do site arqpop.org.br e do Instagram, Facebook e Linkedin. 

Além dos projetos, que envolvem desde reformas pontuais até projetos mais urbanos como centros sociais, praças e parques, o ArqPop também vai oferecer um mapeamento das iniciativas de arquitetura popular no país – incluindo os trabalhos de Assistência Técnica em Habitação de Interesse Social (Athis). “Todos os coletivos que atuam com Assistência Técnica entrarão no nosso Mapa Pop [https://arqpop.org.br/mapa/]. Queremos transformar essa ferramenta em uma espécie de catálogo, onde será possível para a população e para os demais arquitetos encontrar um profissional que atenda e converse com as demandas sociais. O objetivo é inspirar e disseminar, mas também é criar uma rede de contatos”, destaca Karla.

Todos os profissionais que tiverem interesse de participar da iniciativa e quiserem compartilhar os seus projetos podem preencher este formulário. Os trabalhos serão analisados e publicados no portal e nas redes sociais do ArqPop.

Serviço
ArqPop – Popularizar a Arquitetura
Site: https://arqpop.org.br/
Instagram: https://www.instagram.com/portal_arqpop/
Facebook: https://www.facebook.com/portalarqpop
Linkedin: https://www.linkedin.com/in/portal-arqpop-62aa32249/
Formulário de Inscrição dos Trabalhos: https://forms.gle/6vsSAsMVfH16BTD46

 

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