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Brasília, no Distrito Federal, é o destino do próximo Encontro Nacional de Sindicatos de Arquitetos e Urbanistas (ENSA). O evento, que entra em sua 46º edição, deve ser realizado durante a segunda quinze de novembro de 2022. A decisão foi aprovada em Assembleia Geral na manhã deste domingo (28/11) e marcou o encerramento das atividades do 45º ENSA. De acordo com a presidente da Federação Nacional dos Sindicatos de Arquitetos e Urbanistas (FNA), Eleonora Mascia, a decisão coletiva pela retomada dos eventos presenciais exige organização e planejamento. “Nosso encontro deve acontecer logo após as eleições de 2022. Será um excelente momento para nos reunirmos, refletirmos e analisarmos o cenário que estará posto a partir da conjuntura de 2022”, afirma. O evento deve acontecer de forma híbrida, virtual e presencial, permitindo maior participação dos sindicalistas ao redor do país.
A escolha aprovada por unanimidade é, também, a cidade onde se localiza a sede da FNA. Diferentes delegados destacaram que um evento em Brasília permite uma participação ampla, de forma acessível a partir de todas as regiões do país. Um encontro na capital federal, logo após o período das eleições para executivo e legislativo, também é uma forma de atuar na pauta política e de mobilização sindical para o encontro maior da federação e seus sindicatos.
O Conselho de Representantes, que deve se reunir à distância, na segunda quinzena de maio de 2022, pretende articular maiores detalhes a respeito do encontro. “Neste ano queremos ter pontos de controle mensais com os dirigentes dos sindicatos e realizarmos o Conselho de Representantes, que é previsão estatutária, de forma mais ampliada, com a participação dos conselheiros e convidados”, conclui Eleonora.

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Inúmeras propostas pelo fortalecimento, trabalho e formação dos sindicatos tomaram a assembleia geral que encerrou o 45º Encontro Nacional de Sindicatos de Arquitetos e Urbanistas (ENSA) na manhã deste domingo (27/11). Contando com a participação de delegados e observadores, a plenária aprovou a criação e formação de grupos de trabalho voltados para temas relacionados à atuação no mercado de arquitetura e também no serviço público. Também foi aprovada a criação de um Grupo de Trabalho para tratar das questões de gênero e assédio moral, no âmbito das relações de trabalho.
Três moções foram apresentadas e aprovadas pela plenária. Em destaque, a proposição encaminhada pelo Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas do Distrito Federal (Arquitetos-DF) no que diz respeito à proximidade e apoio aos movimentos por moradia, como a Campanha Despejo Zero. A entidade destaca a importância de pressão popular junto ao PL de Auto-gestão, encaminhado à Câmara dos Deputados em outubro deste ano, a retomada do planejamento urbano sistemático pelos governos federal, estaduais e municipais e a criação de um sistema único de atendimento pela assistência técnica em habitação social.
Diversas propostas ligadas à formação política, legislativa, contábil e administrativa dos sindicatos também foram postas em pauta. O objetivo é conscientizar as entidades a respeito do seu papel, enquanto defensoras da classe, e todos os trâmites e procedimentos para uma atuação eficaz. O Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas de Minas Gerais (Sinarq-MG) destacou que diversas entidades devem ter suas eleições realizadas no início do próximo ano e que é o “momento oportuno para orientações jurídicas do processo e da gestão administrativa dos sindicatos”.
Outras atividades ligadas à comunicação também passaram por deliberações. O apoio na comunicação dos sindicatos, a criação de um portal de informações de arquitetura e urbanismo intitulado “ArqPop” e a extensão do projeto Trabalhadores Articulados em Benefício da Arquitetura (T.A.B.A), para áreas acadêmicas e do funcionalismo público, foram algumas aprovações que devem entrar no calendário de atividades da FNA em 2022.
A  Assembleia Geral ainda foi marcada pela aprovação das revisões do Estatuto, do regimento eleitoral e do regimento do ENSA, que passa a valer a partir do próximo encontro. O processo de revisão procurou adequar o estatuto da FNA e os regimentos internos à atual legislação, incluindo a nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e atualizando procedimentos para a gestão interna da entidade.

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